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Teclas de atalho do Google Wave

quinta-feira, novembro 12th, 2009

Teclas de atalho do Google Wave

Quem está aprendendo algum software ou sistema operacional, sabe o quanto se economiza tempo sabendo utlizar as teclas de atalho.
Para o Google Wave, descobrimos alguns atalhos que tornam o seu uso mais prático e ágil. Confira:

Para navegar

Setas para Cima/Baixo – Para navegar de um Blip para outro Blip
Setas para Direita/Esquerda – Para navegar entre os painéis/abas
Home/End – Para ir, respectivamente, no primeiro e no último Blip da Wave atual
Space – Dentro da Wave, te leva para o próximo Blip ainda não lido
Ctrl + Space – Marca todas os novos Blips como lidos
Ctrl + Click – Abre um Wave nova embaixo da atual (ficando 2 Waves ou mais abertas)

Para editar

Enter – Para responder o atual Blip que está selecionado
Shift + Enter – Abre um novo Blip no final da Wave
Ctrl + E – Para editar o Blip atual

Para editar um Blip

Ctrl + B – Negrito
Ctrl + I – Itálico
Ctrl + U – Para sublinhar a palavra
Ctrl + C – Copiar texto selecionado
Ctrl + X – Recortar texto selecionado
Ctrl + V – Colar
Ctrl + 1 – Alterar tamanho de fonte
Ctrl + 2 – Alterar tamanho de fonte
Ctrl + 3 – Alterar tamanho de fonte
Ctrl + 4 – Alterar tamanho de fonte
Ctrl + 5 – Para colocar bullet points – caso queira fazer uma lista
Ctrl + 6 – Reduzir todo o texto ao menor tamanho de fonte
Shift + Enter – Finalizar a edição do Blip (como se tivesse clicado em “Done”)

Espero ganhem um pouco mais de tempo utilizando estes atalhos!

(via surfinggooglewave.com)

Waveboard

terça-feira, novembro 10th, 2009

O primeiro aplicativo de iPhone para o Google Wave

logo_waveboardHoje eu baixei e testei primeiro aplicativo de iPhone para o Google Wave, o Waveboard.

Confesso que me decepcionei. Mas também sejamos realistas: o Google Wave ainda está em fase de testes, ou seja, não dá para esperar muito.

O fato é: o Waveboard já está disponível na AppStore brasileira, custa U$0,99 e é praticamente um wap mascarado.

Há muitos bugs (imagens abaixo), principalmente na hora de escrever na wave e o aplicativo entra em conflito e trava constantemente.

O aplicativo é confuso para mexer (sua usuabilidade é ruim), foi desenvolvido para ser usado apenas na posição horizontal e para tudo que se faça é necessário ter dedos finos e uma visão perfeita, pois tudo é pequeno.

Faltam alguns recursos e funções do Google Wave, como aba “Navigation”, compartilhamentos, searches…

Detalhe importante: as Waves que possuem arquivos desaparecem do Inbox do Waveboard.

bug_2
bug_escrita

Enfim, concluindo:

- Não há muito o que se esperar de um aplicativo de uma ferramenta ainda em teste;

- Para quebrar um galho em caso de amergências: até que serve;

- O Waveboard deve ter sido desenvolvido principalmente para marcar território e ser o pioneiro em relação à aplicativos de iPhone para o Google Wave.

Dúvidas, sugestões, novas informações, enfim: Compartilhe conosco!

Google Wave: Uma introdução

domingo, novembro 8th, 2009

Sensação do momento e assunto de todas as rodinhas de tecnologia, o Google Wave é a mais nova arma da gigante norte-americana pela hegemonia nos serviços on-line.

Com lançamento oficial previsto para o primeiro semestre de 2010, o Google, como já é de praxe no mercado, disponibilizou versões-teste para alguns usuários ao redor do mundo, inclusive estes que vos falam.

Confira abaixo uma rápida introdução sobre o serviço e nossas primeiras impressões:

O QUE É

O Google Wave é um ferramenta on-line e gratuita que mistura as funções de um mensageiro instantâneo (ex. MSN) e um wiki (tecnologia que permite, por exemplo, a colaboração na Wikipedia) com diversos outros aplicativos (extensions ou gadgets) já presentes ou ainda em desenvolvimento.

Trata-se, portanto, de uma ferramenta para comunicação, colaboração e interação em tempo real. Segundo o próprio Google, o Wave é “como o email seria se tivesse sido inventado hoje”.

O QUE FAZ

Como dito no tópico acima, o Wave não é simplesmente uma integração de diversos serviços, mas sim uma proposta de interação em tempo real que pretende, em longo prazo, reinventar a maneira de comunicar e trabalhar na web.

Para tanto, ele proporciona facilidade de interação, de colaboração e de compartilhamento (com a velha – e longamente aguardada – funcionalidade de “arrastar e soltar”) além da possibilidade de criação de mapas, fluxos e tudo o mais que as pessoas realizam hoje em seu cotidiano.

Imagine-se utilizando seu email, Word e MSN num único serviço online e gratuito. Acredite, o resultado de nossos testes (até o presente momento) tem sido mais do que a mera soma das partes.

COMO FAZ

Como ocorre com toda grande inovação (venha o Wave a ser o marco tecnológico que o Google afirma ou não) o choque inicial demora alguns dias a passar, o que é agravado pela  utilização de novas nomenclaturas e uma nova proposta de navegação. De waves a blips e extensions (confira nosso Glossário!), o novo serviço do Google trabalha nomes e interações em prol de uma experiência inovadora.

As waves, verdadeiras centrais de interação, possuem algumas funcionalidades que mesclam, num único ambiente (ou numa única “página” ou “aba”), comunicação com diversos usuários e edição de mensagens de forma não linear. Explicando: os mensageiros comuns não possibilitam edição uma vez que a mensagem seja enviada. Numa wave, você interage de forma não linear; você pode entrar na conversa em qualquer ponto ou participante, focar num único assunto e iniciar uma conversa paralela a partir desse ponto.

Não fosse o bastante, você pode editar qualquer mensagem, sua ou dos demais participantes, a qualquer momento. A mensagem pode ter sido enviada há meia-hora ou estar sendo digitada naquele exato momento (sim, no Wave você pode ver a outra pessoa digitando em tempo real – estamos prevendo uma quantidade ímpar de problemas de relacionamento…) e, uma vez que o participante clique em “done”, você pode editá-la da maneira que melhor lhe convier. A mensagem passa a apresentar, então, dois ou mais participantes (tantos quantos os que editarem aquela mensagem) e mostra, ao usuário original, o que foi alterado.

Conclusão

Ainda é cedo para afirmar que o Wave cumprirá a pretensiosa meta de revolucionar a comunicação na internet, mas acreditamos que ele possui esse potencial.

Ainda falta ao time do Google (personificado na figura do Dr. Wave) apresentar soluções principalmente voltadas ao mobile e à integração com outras ferramentas de comunicação, mas eles já provaram mais de uma vez que não podem ser subestimados.

Glossário

domingo, novembro 8th, 2009

Um guia rápido para os termos e funções do Google Wave!*

Google Wave: provavelmente o termo mais dificil de ser definido. De acordo com o próprio Google:

“Google Wave é uma ferramenta on-line para comunicação e colaboração em tempo real.”

Afirma, ainda, que:

o Wave “é como o email seria se tivesse

sido inventado hoje”.

Wave: Uma wave pode ser pensada como uma conversação; uma “página” onde as pessoas podem trabalhar um documento de forma colaborativa e interagir. Todo participante de uma wave tem plena autoridade para inserir e editar conteúdo.

Blip: Um blip é uma entrada única dentro de uma wave: um bloco de conteúdo (que pode incluir texto, widgets, extensions e/ou imagens e arquivos), editado por uma ou mais pessoas.

Inline blip: Um blip criado dentro de outro blip, geralmente utilizado para “replies” ou para comentar algo específico dentro de uma wave mais longa.

Wavelet: um blip dentro de uma wave que contém respostas e discussões, algo como uma “subwave”.

Extension: um componente visual único que pode ser incluído num Blip para fornecer diversas funcionalidades. Alguns se referem às extensions como gadgets.

Bot: um programa que pode ser adicionado como um participante dentro de uma wave. Realizam diversas funcionalidades que vão de operações matemáticas até um jogador automático de Já-quem-pô. Novos bots são desenvolvidos constantemente.

Public: Uma wave pode ser tornada pública, o que significa que qualquer pessoa, mesmo não tendo sido adicionada como participante, pode ver e editar a wave. Realizando qualquer uma dessas funções, o usuário se tornará um participante automaticamente. Para encontrar waves públicas, basta digitar “public” na busca.

Mute: Uma wave pode ser “muted” (ou seja, “calada”), o que significa que você não verá essa wave na sua caixa de entrada quando houver atualizações. Essa wave só poderá ser encontrada dentro de sua respectiva pasta ou na pesquisa.

Archive: Caso você salve uma wave, ela deixará sua inbox (caixa de entrada), mas reaparecerá se for atualizada por algum participante.

Trash: Caso você delete uma wave, ela aparecerá somente na lixeira (trash), mesmo que outros participantes a atualizem (eola não voltará para a inbox a menos que você o faça).

Google Wave API: Um conjunto de funções e processos liberados pelo Google para que usuários e terceiros possam desenvolver gratuitamente seus próprios Gadgets e Bots

Inbox: Relativo à sua caixa de entrada. Constarão nele todas as waves nas quais você participa e que tenham sido atualizadas por qualquer outro participante desde a última vez que você as acessou.

Tag: Uma tag é uma palavra ou frase utilizada para descrever uma wave. Funciona como uma palavra-chave, elaborada para facilitar suas buscas e para facilitar a compreensão sobre os assuntos centrais de uma wave. São vistas e editadas por todos os participantes de uma wave.

Folder: Um folder funciona como uma pasta normal na qual você agrupa e organiza as waves nas quais participa. Não são visíveis para ninguém mais e uma wave (até o presente momento) pode constar em um único folder, apesar de que você pode criar “subfolders” dentro de uma pasta.

Participant: Um participante ou bot que pode inserir conteúdo e acompanhar as atualização de uma wave.

Playback: Uma maneira de verificar como uma wave foi desenvolvida e alterada ao longo do tempo. Ele mostra tudo que foi modificado ao longo do tempo na wave.


* Este texto foi desenvolvido a partir de texto publicado no blog Surfing Google Wave. Para conferir o artigo original, clique aqui.